Apresentação

Esse blog apresenta um dedicado trabalho histórico e fotográfico sobre algumas localidades de São José do Rio Pardo. Produzido integralmente pelo professor de História Marcelo Augusto da Silva, ele é o resultado de uma rica pesquisa, que tem por intenção deixar registrado e divulgar a todos a riqueza cultural, histórica e arquitetônica que compõem o município de São José do Rio Pardo. Num momento em que muitas pessoas valorizam demasiadamente tudo que é volátil, que o individualismo toma conta de quase todos, e que o patrimônio histórico rio-pardense vai literalmente ao chão em nome do "progresso", esse projeto tenta regastar a memória do que é a cidade e também daqueles que contribuíram para que ela existisse. Nesse trabalho, muito material foi pesquisado, principalmente antigos jornais, cuidadosamente organizados na Hemeroteca rio-pardense, que foram lidos e relidos. O resultado é uma realização única e de grande valor cultural ao alcance de todos.


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Vila Verde e São Domigos sofrem com infestação de caramujos

Moradores estão preocupados com a infestação de caramujos-africanos nos bairros Vila Verde e São Domingos. De aparência inofensiva, os moluscos provocam doenças em humanos e em alguns animais; contaminam o solo e a água; devastam plantações, hortas e jardins. Eles também têm sido encontrados próximo ao pátio da prefeitura.
A chefe do Centro de Controle de Zoonoses Municipal, Vilma Vieira disse estar atenta ao caso, inclusive teria uma reunião com o secretário de saúde, Waldemar Feltran, para também tratar desse assunto e, se necessário for, iniciar uma campanha de combate ao caramujo.
Ela explicou que os agentes da Zoonoses, quando solicitados, têm comparecido às residências, vistoriam no local e orientam as pessoas de como proceder para acabar com os caramujos.
“O correto é que as pessoas, com luvas, recolham o animal e os coloque em um saco de lixo plástico, atire sal sobre eles, e depois amarre o saco e o coloque para ser recolhido pelo caminhão de coleta. O trabalho tem que ser realizado logo pela manhã ou então no final da tarde. Nesses horários o sol já não está tão intenso, então saem para se alimentar”.
De acordo com Vilma, para combater a infestação dos caramujos é necessário conscientização e empenho dos cidadãos. “As pessoas têm que colaborar, deixar o quintal sempre limpo, não jogar lixo ou entulho em terrenos baldios, que, aliás, tem que estar sempre limpos. Um ambiente sujo é propício não só para o caramujo, mas também à procriação de aranhas, ratos, cobras e escorpiões”.
No Vila Verde, o professor Fernando Megale contou que são tantos os caramujos que eles chegam a subirem pelas muros e paredes das casas. No São Domingos não é diferente, as casas próximas ao terreno da futura praça do bairro também sofrem com o problema.
No final de tarde eles desta área, parcialmente tomada pelo mato, e começam a se locomoverem pelas ruas do bairro.
Pedro Silva, morador da rua João Garcia, próximo ao local, disse que por inúmeras vezes recolheu e ateou fogo em dezenas de caramujos, “mas não adianta, eles são muitos”.
Apesar dos riscos que caramujo-africano pode oferecer ao homem, Vilma contou que não há registros em Rio Pardo de pessoas contaminadas por ele.
Em casos onde o problema está no terreno baldio, o ideal, segunda ela, é que alguém protocole na prefeitura um documento dirigido ao setor de fiscalização, pedindo ao proprietário, ou para a própria prefeitura, caso seja ela a dona do local, para que tome providência e limpe o local.
Os moradores podem também, caso precise, ligar na Zoonoses no telefone 3681 4008, e pedir a visita de um agente ao local. “Ele fará as averiguações necessárias e dará instruções de como proceder para solucionar o problema, ou contribuir, para que seja solucionado”.

Fonte: Jornal da Silva

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